terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Valores, Alienações e Whatever

Olá caros leitores!

Vivemos numa época de poucos valores, ou talvez até com muitos valores, mas valores conturbados, como disse em outro texto, trabalho no meio de muita gente e tenho a oportunidade de observar vários tipos de comportamento e é interessante (e triste em certo ponto) ver como o pensamento de alguns grupos da sociedade não evolui em nada.

Acho que é até correto dizer que vivemos numa “geração da superficialidade” em que todos se importam mais com a “casca” do que com o “recheio” é odioso ver como as pessoas valorizam os “bonitões” e “bonitonas” e segregam aquelas pessoas que não se encaixam nos famosos “Padrões” que a sociedade estabelece. Acredito que uma pessoa deva ser avaliada pelo que ela pode agregar de bom para a sociedade e para o mundo e não se ela se parece com alguém da TV, essa é uma mentalidade que nos meus anos de vida eu pude observar que não mudou nada e pelo contrário apenas piorou.

Outro comportamento engraçado da juventude é como eles abominam a escola e quaisquer outras instituições de ensino.

Uma vez parei para refletir sobre isso e cheguei a uma conclusão que o jovem brasileiro é “programado” pela sociedade em geral e pela mídia a “odiar” os estudos e a escola. Para fundamentar meu argumento observei o que se passa na televisão e outras mídias e pude constatar que nunca a escola e os estudos são tratados de forma positiva, a escola é a prisão e os professores opressores e aquela pessoa que faz bagunça é o mártir da sala de aula por desafiar o regime opressor.

Pode parecer um pouco abstrato, mas acredito que seja bastante verdadeiro. E por que não seria? O governo não precisa de pessoas inteligentes com senso critico, ele precisa de massa de manobra para se manter no poder e fazer o que pretende com o povo, ele precisa de pessoas que reponham os estoques no supermercado, o governo não precisa disso. Alienar é sempre mais fácil do que dar condições é mais fácil criar uma sociedade conformista com bolsa família do que uma sociedade critica.

Acabei fugindo um pouco da proposta mas como já disse não tenho muito compromisso com propostas, apenas exponho um pouco do que penso.

Até mais!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Experiências

Olá!

Não sei se é de conhecimento geral, mas trabalho em uma escola no conhecido cargo de “Inspetor de Alunos” um dos cargos menos queridos dentro de um ambiente escolar, visto que somos pessoas que tem como dever manter a ordem (dentro do possível) e atender os mais diversos casos e necessidades da escola.

Mas como devemos sempre olhar a metade cheia do copo devo dizer que é uma experiência e tanto.

Na minha escola temos algo em torno de 500 a 600 alunos e eu tenho contato direto com pelo menos 400. Veja bem, você que trabalhar num escritório com 5 pessoas e não sabe lidar com 3 provavelmente se encontraria numa situação complicada com todo esse número de pessoas com idades entre 11 e 18 anos.

Agora olhando a metade meio cheia.

Quando se trabalha com tanta gente é natural o envolvimento com pelo menos meia centena delas, e devo dizer que ouvi e vi muita coisa, conversei com muita gente dei uma centena de conselhos, ensinei varias coisas e tirei duvidas de professores em determinados assuntos.

É legal como eu construí uma base de confiança entre as pessoas de lá, e acredito que tenha ajudado muita gente (pelo menos gosto de pensar assim) e também me estressei muito, passei por vários apertos mas ainda acho que vale muito a pena.

Só para tentar resumir, tentem sempre tirar um proveito bom de uma situação, onde existem problemas surgem oportunidades e é sempre bom enriquecer como ser humano e fazer o possível pelo seu mundo.

Até mais

Faculdade

2012 é o ano que finalmente ingressarei em uma Faculdade.

Engraçado dizer isso, afinal sempre fui uma pessoa tranquila nada ambiciosa e de poucas pretensões e de repente me vejo começando(meio tardiamente) uma graduação.

O curso escolhido foi Direito. Na verdade Direito sempre foi a escolha mas sempre adiei a escolha por vários motivos, tentei algumas coisas e no final acabei voltando(é o famoso "quem diria".).

É sempre uma escolha dura o que você vai fazer tipo pro resto da vida e acho que o curso de Direito te dá muitas possibilidades entre elas de fazer algo certo pra variar um pouco e quem sabe contribuir de forma positiva para o mundo.

Então conforme o curso for rolando vou postando curiosidades por aqui.

Até mais

Férias

Janeiro é o mês que gozo de minhas férias regulares, quer dizer 1 mês dedicado a nada que não seja meu humilde e merecido repouso.

Férias são boas para não se fazer nada, todo fim de ano prometo fazer várias coisas diferente e por fim acabo dormindo ou lendo ou as vezes as duas coisas ao mesmo tempo(Tal arte requer uma perícia extrema).

2012 não pode ter sido diferente, passei muito tempo aqui no PC, acertei algumas coisas na minha vida ouvi muita música(muita mesmo) e aproveitei pra por a leitura infinita em dia.

Quarta feira volto ao trabalho esperando que seja um ano bom para nós da E.E Orlando da Costa Telles.

Até mais.

Sumido

Olá caros leitores que ainda esperam algo desse Blog.

Mais uma vez totalmente sumido daqui, gostaria de ter algo todo dia para escrever aqui, mas vou tentar fazer uma síntese dos acontecimentos e mais uma vez jurar tentar escrever algo relevante com mais frequência.

2011 foi um ano diversificado aconteceu muita coisa e passou rápido demais quando fui reparar no pobre calendário eu já havia riscado o último dia do último mês e já estava embarcando em 2012 que pelo que andam falando vai ser o fim do mundo.

Então 2012 vou tentar começar com o pé esquerdo(já que sou canhoto deve fazer sentido)

Abraços ^^

sábado, 25 de setembro de 2010

A fuga da realidade

Olá, caros leitores

Mais uma vez, uma longa ausência... Minha agenda anda “meio” lotada ando tendo um semestre bem puxado na escola fora o cansaço físico e a preguiça que não pode faltar =)

Andei pensando sobre um tema para dissertar, mas anda meio difícil apesar deu eu ter muita coisa para dizer e assuntos para filosofar e acabo nunca conseguindo passar para o papel (ou tela no caso aqui) tudo o que consigo concluir na minha mente

Andei reparando também que maioria dos meus textos foram escritos de madrugada, uma bela prova que sou um ser notívago. Na verdade nem sou, mas minha mente acha que sim, então é verdade.=)

Pensei muito antes de dissertar este tema, o mesmo foi escrito com bases em experiência própria e observações freqüentes.

Sem mais delongas, vou falar sobre a “Fuga da realidade”

Para chegar no “atual” vamos voltar um pouco nossas mentes a quando éramos crianças e tínhamos aquelas famosas brincadeiras de “Faz de Conta”,
Acho que não nos dávamos conta mas aquilo em si era uma forma que tínhamos de construir um mundo mais interessante aos nossos olhos em outras palavras, moldar uma realidade totalmente diferente da nossas que cá entre nós não é muito interessante para uma criança.

Passado dessa reflexão vamos tentar ver um pouco mais adiante com uma questão:

O que temos em nossa realidade?

Eu posso dizer que tenho um problema com o mundo e a realidade. Tenho 22 anos e trabalho e estudo. Estudo para conseguir outro trabalho e por aí vai.
Não que esses sejam problemas, mas somos presos a um circulo vicioso onde estamos presos a relações de riqueza e capital para sustentarmos nossas existências.

Daí surge uma necessidade: A fuga.

Fuga pode ser definida de vários modos, a grande maioria relacionada a covardia e etc. mas no nosso caso ela pode se encaixar como uma “válvula de escape” algo que impeça que nós entremos em colapso; o que não é difícil de se encontrar por aí, visto que cada vez que a sociedade evolui, surgem novos fatores para atrapalhar nossa vivencia.

Geralmente praticamos isso como forma de entretenimento como ouvir uma música, assistir um filme, ler um livro e coisas do gênero, qualquer coisa que alivie sua mente e tente melhorar sua existência em nossa sociedade.

Eu posso dizer que passo muito mais tempo em um lugar fugido desse mundo, vivo com a mente em outro lugar, as vezes tenho devaneios do nada, penso em coisas abstratas que geralmente não entendo, leio vários livros e acabo confundindo o mundo deles com o meu. É uma forma que tenho de encarar o mundo que vivo, e tentar fazer da minha passagem por aqui algo mais agradável e tolerante.
Recentemente li um livro muito interessante, “A hora da estrela” da Clarice Lispector, é um livro deveras conhecido e eu achei interessante o modo que a escritora planejou a personagem. A personagem Macabéa é uma mulher que vive totalmente em fuga da realidade, uma pessoa que não tem noção de muita coisa que acontece ao redor dela, e ela se sente bem com isso, mas o legal é que ela faz isso de forma natural, ela não possui quase nenhuma inteligência e vive em outro mundo. É uma leitura bem complexa e abstrata, eu cheguei a conclusão que a personagem não existe, pelo fato dela se fascinar com as coisas mais simples e obvias ao redor dela...

Mas voltando ao foco do texto, alguns podem achar bobagem e dizer que tudo isso é natural de nossa sintaxe, e que talvez isso nem seja tão possível,

Vale a pena ressaltar que não devemos fugir para sempre de nossos problemas, usando frase feita “problemas sempre existiram e sempre existirão” os problemas estão lá, e o que muda é a forma que nós o encaramos, o mundo está aí para isso, ele vai te derrubar, dificultar sua vida entre outras coisas mas eu acredito que cada dia que vivemos nós vencemos o mundo, e este por sua vez só nos derrota uma única vez.


Bom, considerações finais

Escrevi este meio de impulso usei umas idéias que andei tendo e saiu esse texto, comentem, opinem e critiquem a vontade, o que eu escrevo diz apenas meu ponto de vista, e de forma alguma reflete a realidade.



Grato


Escrito no dia 25/09/10 às 02:08

domingo, 14 de março de 2010

Sobre o Tempo

Olá novamente queridos leitores que ainda entram nesse blog, sou-lhes grato pelo carinho mas ando sem tempo mesmo, voltei a estudar dessa vez estou fazendo Técnico em Informática voltado para programação, é bem maneiro programar.

Mas apenas lembrando, que continuo observando tudo a minha volta e tentando passar o conhecimento para texto, mas acabo sempre desanimando...

Bom, o tema escolhido hoje é o Tempo, o título sugere aquela música do “Pato Fu”, o “Nenhum de Nós” também tem uma com este nome mas não é um post musical...
Acordo todo dia as 6:00 saio para pegar o ônibus para o trabalho 6:25 chego no trabalho 6:45 saio dele as 15:30 chego em casa 16:10 para sair de novo as 18:20 para ir para a escola e chegar em casa 23:30 e dormir para recomeçar
Esta é uma relação de tempo que usamos, todo nosso dia é medido em tempo, as vezes sobra tempo, muitas vezes falta (fato que meu arco está sentindo).
Existem outras formas de se falar de tempo, o nosso tempo pessoal vejamos tenho quase 22 anos e me sinto como uma pessoa de idade (fui acusado varias vezes de ser muito ranzinza) alguns dizem que eu devo ter uns 40 anos e não me avisaram, mas isso é na verdade a forma como você encara certas situações
Um dia parei para pensar que vou morrer, e não vai me sobrar tempo para fazer tudo que eu queria fazer, ouvir todas as músicas que quero ler todos os livros que pretendo entre outras coisas, nossa vida é limitada pelo relógio e não podemos fazer nada sobre isso, talvez aproveitar melhor, seria bom se pudéssemos trabalhar menos ou algo assim, seria bacana mesmo, eu li um estudo que se todos recursos da humanidade fossem voltados para o bem estar e não ao lucro, teríamos que trabalhar apenas 3 horas por dia para termos tudo que necessitamos, mas infelizmente não é assim.
Eu ao menos tento aproveitar meu tempo, no meu ritmo e de acordo com que gosto acho que todo mundo deveria ao menos dedicar 2 horas a algo que gosta, é bem pouco relacionado ao tempo que dedicamos a coisas aleatórias ou a trabalho e estudo, pelo menos teríamos menos pessoas estressadas e por aí vai já que todo mundo (incluindo eu) reclama que não tem tempo, acho que não deve ser impossível ter ao menos 2 horas por dia mas a proposta está aí.


Obrigado a todos os leitores que ainda restam à vocês sou grato

Escrito no dia 14/03/10 às 00:31 ao som de BlackField